Não é uma palestra sobre o que a inteligência artificial promete. O ponto de partida é a tarefa que já existe: o relatório que se repete, o atendimento, a análise, a decisão que consome a semana.
A duração segue o problema, não um pacote de prateleira. Quatro horas quando o caso cabe numa tarde. Oito horas quando o processo pede mais de um exercício. Em qualquer dos dois, o material é o trabalho de quem está na sala.
Para a pessoa
Quem precisa usar a inteligência artificial no próprio ofício, sem virar especialista de ferramenta. O exercício parte da tarefa dela: escrever, analisar, atender, preparar uma decisão. O critério sai da prática, não de uma demonstração genérica.
Para a empresa
Um time que precisa do mesmo ofício, aplicado ao processo real da casa. O problema entra na sala: onde a operação perde tempo, onde a resposta se repete, onde a decisão ainda depende de alguém copiar informação de um lugar para outro.
O que se leva no fim
Prática. A pessoa sai apta a usar a inteligência artificial no dia a dia e a apoiar as tarefas e os desafios do próprio trabalho. O ganho é critério no problema dela, não um atalho copiado de uma apresentação.
É consultoria, pessoal: com Olsen ou com a Sintetiza AI. Não substitui a mentoria, que é conversa de decisão para quem já lidera. O trabalho é curto e prático, no problema de quem está na sala.
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